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Apesar de PIB forte, empresas de capital aberto do agro enfrentam queda na rentabilidade

Publicada em 06/12/25 às 19:42h - 48 visualizações

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Apesar de PIB forte, empresas de capital aberto do agro enfrentam queda na rentabilidade
 (Foto: Rádio Rir Brasil Itacajá TO - Direção: Ronaldo Castro 63 99139-3740)

A agropecuária terá uma contribuição positiva para o PIB de 2025, ao contrário do que ocorreu em 2024, sendo destaque quando comparado com a participação da Indústria. Porém essa puljança não se reflete no desempenho financeiro das empresas de capital aberto do setor, mais especificamente naquelas ligadas ao agro. Um dos setores estruturalmente mais competitivos da economia brasileira tem enfrentado um ciclo desfavorável. A apreciação do Real frente ao dólar, os preços de commodities com tendência de queda, e também os eventos climáticos são alguns dos fatores que justifcam essa fraca performance. Se considerarmos as culturas de milho, açúcar e algodão, as queda na cotação internacional no ano oscilam entre 7% a 24%, a exceção ficou com a soja, que apresenta alta acumulada próxima de 12%. Se estendermos um pouco o período de observação, a tendência de queda no preço das commodities vem desde 2023.

Terminada a temporada de divulgação dos resultados do 3T25 podemos confirmar esse fraco desempenho, principalmente das empresas ligadas a grãos e ao segmento de biocombustível. Mesmo com oscilação de perofrmance financeira entre os principais players do setor, o comparativo sequencial ou no anual mostra queda de rentabilidade. Por qualquer métrica que se observa, seja receita líquida, EBITDA (métrica de desempenho operacional) e lucro líquido notamos queda.

Além das questões ligadas especificamente ao setor mencionadas anteriormente, as empresas também enfrentam aumento das despesas financeiras devido a política monetária restritiva no Brasil, com Selic em 15%. Nesse aspecto, o Banco do Brasil também sofreu com essa situação no agro, pois com o aumento forte da inadimplência, precisou realizar provisões para perdas em volume significativo. Aumento em pedidos de recuperação judicial também marcam o período do setor, principalmente em segmento ligados a revenda de produtos agrícolas.

As perspectivas para essas empresas ligadas a produção e processamento de grãos e aos biocombustíveis mantém relação direta as premissas do agro, que se mantém desafiadoras. Não há expectativa de melhoria no preço das commodities dado que se espera aumento na safra e um consumo mais equilibrado, mas um equilíbrio de rentabilidade é possível que se observe nos próximos trimestres.

*Mônica Araújo é economista chefe da InvestSmart XP. 

 
 



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